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Advogado do RJ condenado a mais de 40 anos de prisão é preso pela Polícia Civil em Cuiabá

Dois estelionatários, foragidos dos estados de Rio de Janeiro e do Amapá que estavam residindo em Cuiabá, tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil de Mato ...
Publicado em 03/07/2024 14:30:05
Advogado do RJ condenado a mais de 40 anos de prisão é preso pela Polícia Civil em Cuiabá
Dois estelionatários, foragidos dos estados de Rio de Janeiro e do Amapá que estavam residindo em Cuiabá, tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta terça-feira (02.07), em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes.

Entre os presos, o advogado A.C. G., condenado a 40 anos e três meses de reclusão pelo crime de estelionato pela 32ª Vara Criminal do Rio de Janeiro (RJ).

O advogado é acusado de fraudar documentos, usar petições em nome de falsos clientes, ou de clientes que não haviam sido lesados, e se utilizar de informações consideradas inverídicas contra empresas privadas (bancos e operadoras de telefonia). Se somados todos os casos, a fraude poderia chegar a mais de R$ 210 mil.

As investigações apontam que após ter a ordem prisão decretada no estado do Rio de Janeiro, o advogado veio para Mato Grosso, onde continuava advogando.

Em outra diligência, os policiais da Delegacia de Estelionato deram cumprimento ao mandado de prisão contra outro golpista, foragido do estado do Amapá.

O suspeito estava com mandado de prisão preventiva decretado pela Central de Garantias e Execução de Penas e Medidas Alternativas do Tribunal de Justiça do Amapá pelo crime de estelionato, além de ter um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas, expedido pela Segunda Vara Criminal de Cuiabá.

Após tomar conhecimento dos dois mandados de prisão em aberto e que os foragidos estavam residindo em Cuiabá, os policiais fizeram o levantamento dos endereços, onde os procurados foram localizados e tiveram as ordens judiciais cumpridas. Após as providências cabíveis, os presos foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT - MT

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