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Com participação de 15,4% nas exportações brasileiras do agronegócio, São Paulo manteve a segunda posição no ranking nacional, atrás apenas de Mato Grosso. O setor respondeu por 38,5% das exportações do Estado de São Paulo entre janeiro e maio e acumulou superávit comercial de R$ 41,9 bilhões. No período, as vendas externas do setor somaram R$ 54,3 bilhões, enquanto as importações ficaram em R$ 12,4 bilhões.
Apesar da queda de 3,2% na receita em comparação com os cinco primeiros meses de 2025, o volume embarcado cresceu 5,2%, refletindo o aumento da oferta exportável e a queda das cotações internacionais de algumas commodities agrícolas.
O complexo sucroenergético manteve a liderança da pauta exportadora paulista, com embarques de R$ 11,5 bilhões, o equivalente a 21,3% das exportações do agronegócio. Na sequência aparecem carnes, com R$ 9 bilhões, complexo soja, com R$ 7,8 bilhões, produtos florestais, com R$ 7 bilhões, sucos, com R$ 4,1 bilhões, e café, com R$ 3,4 bilhões. Juntos, esses seis segmentos responderam por mais de 79% das vendas externas do setor.
Entre os principais grupos exportadores, as maiores altas em receita foram registradas por carnes (+20,1%), complexo soja (+17,4%) e produtos florestais (+12,7%). Já os embarques de sucos recuaram 39,3%, enquanto os do complexo sucroenergético e do café caíram 16,6% e 16,5%, respectivamente.
A China permaneceu como principal destino dos produtos do agro paulista, concentrando 27,8% das exportações do setor. União Europeia e Estados Unidos aparecem na sequência, com participações de 14,7% e 10,2%, respectivamente.
Fonte: Pensar Agro