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A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), levantamento trimestral do Instituto Brasileiro de Geografia e estatísticas (IBGE) divulgada nesta sexta-feira (31.10) trouxe boas notícias para o campo. No trimestre encerrado em setembro, a renda média dos trabalhadores da agropecuária subiu 6,5%, chegando a R$ 2.198, resultado puxado pelo aumento da produtividade e pela valorização de algumas culturas.
Além disso, o setor rural gerou 260 mil novos postos de trabalho, representando aumento de 3,4% na quantidade de pessoas ocupadas no universo agropecuário. O avanço ocorreu justamente num período em que outras áreas, como comércio e serviços domésticos, enfrentaram desaceleração.
Os números ajudaram a elevar a massa de rendimento real dos brasileiros para R$ 354,6 bilhões, o maior valor registrado para esse indicador desde o início da série histórica. O crescimento no campo se refletiu também no contexto nacional: na comparação com o ano anterior, a renda total do trabalho subiu 5,5%, mostrando que a safra de 2025 e a pujança do campo continuam sustentando grande parte da economia e do emprego nas famílias brasileiras.
A PNAD Contínua é uma das principais pesquisas do IBGE. Trata-se de um levantamento estatístico regular, feito em todo o país, que investiga diversos aspectos do mercado de trabalho e das condições de vida das famílias brasileiras e serve para:
Levantar dados sobre emprego, desemprego, renda e ocupação em todos os setores (urbano e rural)
Calcular indicadores como rendimento médio, taxa de ocupação, desocupação e evolução dos salários
Auxiliar governos e sociedade a entender as mudanças no mercado de trabalho brasileiro ao longo do tempo
A pesquisa é feita continuamente, com resultados divulgados a cada trimestre — por isso “Contínua”. Assim, permite acompanhar tendências, sazonalidades e comparar os mesmos indicadores em diferentes anos/regiões.
No caso da agropecuária e do setor rural, a PNAD Contínua é a fonte oficial para saber quantos trabalhadores estão empregados, quanto estão ganhando em média e como a renda e o emprego evoluem ao longo dos meses no campo brasileiro.
Fonte: Pensar Agro