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O mercado do boi gordo no Brasil enfrentou um cenário de preços em baixa ao longo de fevereiro, pressionado pelo aumento da oferta de animais e pela menor demanda no varejo. Ao mesmo tempo, as exportações da carne bovina seguiram em ritmo forte, ajudando a evitar desvalorizações ainda mais acentuadas. Para março, as expectativas apontam para uma recuperação moderada, impulsionada pelo ingresso de salários na economia e pelo feriado prolongado de Carnaval.
Entre 31 de janeiro e 27 de fevereiro, os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo caíram nas principais praças do país. Em São Paulo, a cotação recuou 3,5%, fechando o período a R$ 313,67. Em Goiás, a queda foi de 3,64%, com a arroba a R$ 294,64. Minas Gerais registrou recuo de 3,3%, com o preço a R$ 304,12. No Mato Grosso do Sul, a arroba caiu para R$ 302,05 (-3,3%), enquanto em Mato Grosso a desvalorização foi mais intensa, de 6,7%, com a cotação fechando em R$ 300,38.
A pressão sobre os preços foi intensificada pelo aumento da oferta de fêmeas no mercado, o que ampliou as escalas de abate da indústria frigorífica. Com maior disponibilidade de animais e uma demanda interna enfraquecida, as indústrias tiveram margem para negociar preços mais baixos com os pecuaristas.
Por outro lado, o mercado externo seguiu aquecido, ajudando a equilibrar o setor. Em fevereiro, o Brasil exportou 153,143 mil toneladas de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada, com receita de R$ 4,45 bilhões (US$ 755,44 milhões). O preço médio da tonelada ficou em R$ 29.017,70 (US$ 4.932,90). Em relação a janeiro, houve crescimento de 18,4% no valor médio diário das exportações, aumento de 8,6% na quantidade média exportada por dia e avanço de 9,0% no preço médio da tonelada.
Para março, analistas indicam que o mercado pode ter uma leve recuperação nos preços, impulsionado pelo aumento do poder de compra da população com o pagamento dos salários e pela necessidade do varejo de repor estoques. Apesar desse cenário mais favorável, a oferta ainda elevada tende a limitar altas expressivas, e os ajustes devem ocorrer de forma moderada.
Fonte: Pensar Agro