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A safra brasileira de algodão para 2025/26 deve atingir 3,73 milhões de toneladas, conforme indicam as mais recentes estimativas de grandes consultorias do setor. Essa produção nacional é impulsionada pelo aumento de área plantada em várias regiões e por uma demanda doméstica consistente. O cenário se beneficia de custos mais baixos de matérias-primas e da maior competitividade das indústrias têxteis brasileiras, fatores que tendem a manter o consumo interno aquecido ao longo do ciclo.
Esses números mantém o Brasil entre os três maiores produtores mundiais da fibra, atrás apenas de gigantes globais como China e Estados Unidos. O patamar reforça o destaque do país no cenário internacional e sustenta sua relevância tanto para o abastecimento doméstico quanto para as exportações.
Mesmo diante desse contexto favorável, ajustes regionais são esperados. O principal estado produtor do país deve registrar uma leve redução de área plantada, enquanto outras regiões tradicionais, como o Nordeste, projetam estabilidade nos níveis de cultivo. Essa dinâmica reforça o equilíbrio produtivo entre os diferentes polos algodoeiros do Brasil.
O desempenho da safra 2024/25, já colhida, também merece destaque, superando as expectativas anteriores com uma produção estimada de 4,15 milhões de toneladas. O resultado foi puxado por rendimentos acima do esperado em áreas importantes, além de ganhos pontuais em outras regiões produtoras.
No comércio exterior, a previsão é de que o Brasil mantenha exportações robustas, com embarques ao redor de 3 milhões de toneladas por safra, consolidando o país entre os principais exportadores globais no decorrer de 2025 e início de 2026.
Fonte: Pensar Agro