/* fundo do topo */ .cabecalho { background: #EEEEEE!important; } /* letra da previsao do tempo */ .cabecalho .previsao-tempo { color: #000!important; } /* letra do nome da moeda */ .item-cotacao .moeda{ color: #000!important; } /* fundo e cor do valor da moeda */ .item-cotacao .dados{ background: #000!important; color: #FFF!important; } /* fundo do rodape */ .rodape { background: #DDDDDD!important; } /* texto do rodape */ .rodape .copia-proibida { color: #000!important; } /* links do rodape */ .rodape .copia-proibida a { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de buscar na versao mobile */ #btn-busca-mobile { color: #000!important; }
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou em seu último relatório que a colheita da safrinha de milho 2023/24 já atingiu 96,8% da área total semeada no Brasil. Esse dado representa um avanço de 1,8% em relação à semana anterior, demonstrando o ritmo acelerado dos trabalhos nos campos brasileiros.
No entanto, quando comparado ao mesmo período do ano passado, a colheita apresenta um leve atraso de 0,3 ponto percentual. Esse descompasso pode ser atribuído a diversos fatores, como condições climáticas adversas em algumas regiões produtoras, ajustes na programação das atividades agrícolas ou até mesmo questões logísticas.
Impactos e Projeções – Esse leve atraso na colheita pode gerar algumas implicações para o mercado de milho. Um dos principais impactos é a possível alteração no cronograma de plantio das próximas safras, o que pode influenciar a oferta e os preços do cereal nos próximos meses.
Além disso, o atraso na colheita pode afetar a qualidade dos grãos, especialmente em regiões onde as chuvas foram mais intensas no período da colheita. Grãos com maior umidade podem apresentar problemas de armazenamento e perda de qualidade, o que pode impactar a indústria de processamento e a exportação do produto.
Fonte: Pensar Agro