/* fundo do topo */ .cabecalho { background: #EEEEEE!important; } /* letra da previsao do tempo */ .cabecalho .previsao-tempo { color: #000!important; } /* letra do nome da moeda */ .item-cotacao .moeda{ color: #000!important; } /* fundo e cor do valor da moeda */ .item-cotacao .dados{ background: #000!important; color: #FFF!important; } /* fundo do rodape */ .rodape { background: #DDDDDD!important; } /* texto do rodape */ .rodape .copia-proibida { color: #000!important; } /* links do rodape */ .rodape .copia-proibida a { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de buscar na versao mobile */ #btn-busca-mobile { color: #000!important; }
A Embrapa anunciou o lançamento de duas novas cultivares de soja equipadas com a tecnologia Intacta2/Xtend® (I2X), que oferecem resistência a herbicidas e lagartas, além de um alto potencial produtivo. As variedades BRS 2361 I2X e BRS 2058 I2X foram desenvolvidas em parceria com a Fundação Meridional e estarão disponíveis para a safra 2024/2025.
As novas cultivares apresentam características que favorecem o manejo e a produtividade das lavouras. A BRS 2361 I2X, com ciclo de 120 dias, é recomendada para altitudes acima de 600 metros no Paraná e São Paulo, permitindo a semeadura antecipada e beneficiando o plantio do milho safrinha na janela ideal.
Já a BRS 2058 I2X, com ciclo de 125 dias, é indicada para áreas acima de 650 metros nos estados do Sul e em São Paulo, destacando-se pela resistência a doenças que afetam regiões de clima mais frio.
A tecnologia I2X combina três proteínas para o controle de lagartas, proporcionando maior proteção contra pragas que atacam a soja. Além disso, as cultivares são tolerantes aos herbicidas glifosato e dicamba, auxiliando no manejo de plantas daninhas resistentes. O uso adequado de áreas de refúgio estruturado e o cumprimento das recomendações técnicas são essenciais para garantir a eficiência da tecnologia e minimizar impactos a culturas vizinhas.
Com a introdução dessas novas cultivares, a expectativa é atender à crescente demanda do mercado por sementes mais produtivas e resistentes, contribuindo para o aumento da eficiência e sustentabilidade da produção de soja no Brasil.
Fonte: Pensar Agro