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Estado investe em diagnóstico da cadeia de fertilizantes e mira protagonismo nacional

O Governo de Mato Grosso firmou convênio com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Fundação Uniselva para a elaboração de um diagnóstico completo ...
Publicado em 16/09/2025 14:00:32
Estado investe em diagnóstico da cadeia de fertilizantes e mira protagonismo nacional

O Governo de Mato Grosso firmou convênio com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Fundação Uniselva para a elaboração de um diagnóstico completo sobre a cadeia de fertilizantes no estado. O investimento é de R$ 614,8 mil, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), com contrapartida técnica de R$ 47,7 mil da universidade, totalizando R$ 662,5 mil. A vigência do termo vai até setembro de 2026.

O estudo será conduzido por pesquisadores da UFMT e deve subsidiar a instalação de um Hub de Fertilizantes em Mato Grosso, vinculado ao Centro de Excelência Nacional em Fertilizantes, aprovado pelo Conselho Nacional de Fertilizantes (Conferte). A iniciativa insere o estado no esforço nacional para reduzir a dependência externa em um insumo vital para a agricultura.

A discussão sobre hubs de fertilizantes começou em 2022, após a publicação do Plano Nacional de Fertilizantes, em meio à crise de abastecimento provocada pela guerra da Ucrânia. O conflito expôs a vulnerabilidade brasileira: o país importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo dados do Ministério da Agricultura.

Em 2024, o Brasil utilizou mais de 43 milhões de toneladas de fertilizantes, sendo o quarto maior consumidor global, atrás apenas de China, Índia e Estados Unidos. A produção interna, porém, não passou de 6 milhões de toneladas, o que reforça a dependência de fornecedores externos como Rússia, Canadá e Marrocos.

Neste cenário, Mato Grosso ocupa papel central. O estado responde por mais de 30% da produção nacional de grãos e consome aproximadamente 25% dos fertilizantes usados no país. “A escolha é estratégica. Apesar do peso que temos no agronegócio, seguimos dependentes das importações. O hub vai nos permitir avançar não apenas em autonomia, mas também em pesquisa, desenvolvimento tecnológico e uso de bioinsumos, alinhando competitividade e sustentabilidade”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

De acordo com a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Silva Vogel Lisboa, o projeto também projeta benefícios além do setor agrícola. “Trata-se de uma pesquisa de ponta, inovação tecnológica e formação de mão de obra altamente qualificada. Isso fortalece a universidade, atrai investimentos privados e cria novas oportunidades para a sociedade mato-grossense”, destacou.

Além do diagnóstico econômico e logístico, o trabalho deve avaliar a adaptação tecnológica dos fertilizantes ao clima tropical e o desenvolvimento de soluções alternativas, como bioinsumos e remineralizadores. A agenda está em sintonia com políticas já em andamento no estado, como o Plano Estadual de Fertilizantes e a estratégia de Agricultura de Baixo Carbono (ABC+), conduzida pela Sedec em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).

Para especialistas, a criação do Hub de Fertilizantes em Mato Grosso pode ser um divisor de águas. A ideia é integrar pesquisa acadêmica, setor privado e governo para enfrentar gargalos logísticos, desenvolver alternativas de insumos e aumentar a competitividade do agronegócio. O diagnóstico que será elaborado até 2026 deve orientar investimentos públicos e privados, dando sustentação a uma política de longo prazo.

Fonte: Pensar Agro

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