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Pesquisa da Unemat em Tangará da Serra desenvolve maracujá adaptado ao clima de Mato Grosso

Um trabalho de pesquisa desenvolvido por professores e alunos da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Tangará da Serra, resultou na criação de uma cultivar de maracujá ...
Publicado em 30/06/2026 22:01:46
Pesquisa da Unemat em Tangará da Serra desenvolve maracujá adaptado ao clima de Mato Grosso

Um trabalho de pesquisa desenvolvido por professores e alunos da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Tangará da Serra, resultou na criação de uma cultivar de maracujá mais produtiva e adaptada às condições climáticas e de solo de Mato Grosso. Batizada de Solar, a variedade também apresenta maior qualidade e resistência.

Coordenada pelo professor Willian Krause, a pesquisa tem como foco o desenvolvimento de novas cultivares com maior produtividade, resistência a pragas e doenças e melhor desempenho comercial. A cultivar Solar pode alcançar uma produção entre 30 e 35 toneladas por hectare.

O projeto é desenvolvido em parceria com instituições de apoio à pesquisa agrícola e conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de produtores locais. As sementes da nova cultivar já começaram a ser comercializadas.

Segundo o professor Willian Krause, a iniciativa surgiu da necessidade de desenvolver uma variedade adaptada às condições de Mato Grosso.


Foto: Unemat

“A iniciativa de criar uma nova cultivar surgiu da necessidade de adaptação do fruto tanto ao clima quanto ao solo de Mato Grosso. O cultivo do maracujá exige clima quente, com chuvas bem distribuídas, além de solos bem drenados e ricos em matéria orgânica. Em regiões como Mato Grosso, o manejo adequado do solo e a irrigação são fatores essenciais para garantir alta produtividade e frutos de qualidade”, explica.

O pesquisador destaca ainda que a polinização manual é uma das etapas mais importantes para garantir o bom desenvolvimento do cultivo.

Produtor rural há 36 anos, Pedro José de Freitas afirma que a produção do maracujá tem gerado bons resultados nas vendas.

“Tem sido muito bom pra venda aqui na feira, e eu ainda vendo goiaba e outras frutas”, relata.

Atualmente, o programa reúne mais de 20 participantes, entre bolsistas de iniciação científica, alunos de graduação, mestrado e doutorado. Além do maracujá, os pesquisadores também desenvolvem estudos com outras culturas, como abacaxi, mamão e melancia.

A expectativa é de que novas cultivares sejam validadas e disponibilizadas para uso comercial nos próximos anos, ampliando o impacto da pesquisa na agricultura regional e fortalecendo a horticultura em Tangará da Serra e em Mato Grosso.

*Sob supervisão de Aline Chagas

Fonte: Governo MT - MT

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