/* fundo do topo */ .cabecalho { background: #EEEEEE!important; } /* letra da previsao do tempo */ .cabecalho .previsao-tempo { color: #000!important; } /* letra do nome da moeda */ .item-cotacao .moeda{ color: #000!important; } /* fundo e cor do valor da moeda */ .item-cotacao .dados{ background: #000!important; color: #FFF!important; } /* fundo do rodape */ .rodape { background: #DDDDDD!important; } /* texto do rodape */ .rodape .copia-proibida { color: #000!important; } /* links do rodape */ .rodape .copia-proibida a { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de buscar na versao mobile */ #btn-busca-mobile { color: #000!important; }
Na operação foram cumpridas seis ordens judiciais, sendo três mandados de busca e apreensão e três de autorização para análise de dispositivos informáticos.
Contra a advogada alvo da investigação existem vários boletins de ocorrência por envolvimento em crimes de estelionato. Recentemente, ela foi presa em flagrante pela DEEF.
A outra investigada é uma mulher que se associou à advogada para, no primeiro caso, obter vantagem ilícita vendendo imóvel alheio como se fosse próprio. Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências das investigadas e no escritório de advocacia da advogada![]()
As investigações iniciaram com o delegado Marcelo Torhacs, que representou pelos pedidos de busca e apreensão e pela prisão preventiva da advogada. O planejamento, a deflagração e a continuidade da investigação são coordenados pelo delegado Vinícius Nazário.
Segundo os elementos apurados, as investigadas obtiveram vantagem ilícita de R$ 50 mil, bem como a transferência documental de um lote de terreno como se fosse um apartamento à vítima.
A vítima, também advogada, procurou rapidamente a Polícia Civil e o Cartório de Registro de Imóveis ao tomar posse do apartamento e constatar que a comparsa da advogada nunca foi proprietária do imóvel no Condomínio que constava no documento de compra e venda, percebendo o golpe.
Fonte: Governo MT - MT