/* fundo do topo */ .cabecalho { background: #EEEEEE!important; } /* letra da previsao do tempo */ .cabecalho .previsao-tempo { color: #000!important; } /* letra do nome da moeda */ .item-cotacao .moeda{ color: #000!important; } /* fundo e cor do valor da moeda */ .item-cotacao .dados{ background: #000!important; color: #FFF!important; } /* fundo do rodape */ .rodape { background: #DDDDDD!important; } /* texto do rodape */ .rodape .copia-proibida { color: #000!important; } /* links do rodape */ .rodape .copia-proibida a { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de buscar na versao mobile */ #btn-busca-mobile { color: #000!important; }
O projeto Imea em Campo, desenvolvido em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja‑MT) e o Instituto Mato-Grossense do Agronegócio (Iagro), chega à sua segunda fase, agora dedicado ao levantamento técnico das lavouras de milho.
Na primeira etapa, voltada à soja, o projeto percorreu mais de 31 mil quilômetros, passando por 88 municípios e realizando mais de 800 avaliações técnicas ao longo de 57 dias de atividades em campo. Agora, com o avanço da segunda safra — o milho —, os números seguem crescendo, consolidando um dos maiores levantamentos técnicos presenciais do agronegócio em Mato Grosso.
A iniciativa leva informações precisas diretamente do campo para produtores, cooperativas e agentes do mercado, oferecendo dados fundamentais sobre o desenvolvimento das lavouras, produtividade estimada e desafios enfrentados nesta safra. Essas informações ajudam o produtor a tomar decisões mais assertivas na gestão da propriedade e nas estratégias comerciais.
A metodologia do projeto consiste em visitas presenciais, nas quais equipes técnicas percorrem propriedades rurais em todo o estado para avaliar, in loco, as condições das lavouras. São observados indicadores como sanidade das plantas, estágios de desenvolvimento, impacto climático e potencial produtivo por região. A coleta de dados permite gerar análises consistentes sobre o andamento da safra, antecipando riscos e oferecendo maior previsibilidade ao setor.
Agora, com o avanço da segunda safra — o milho —, os números seguem crescendo, consolidando um dos maiores levantamentos técnicos presenciais do agronegócio em Mato Grosso. O resultado é um retrato real das condições de produção, que fortalece o planejamento dos produtores e contribui para a sustentabilidade econômica do setor.
Fonte: Pensar Agro