/* fundo do topo */ .cabecalho { background: #EEEEEE!important; } /* letra da previsao do tempo */ .cabecalho .previsao-tempo { color: #000!important; } /* letra do nome da moeda */ .item-cotacao .moeda{ color: #000!important; } /* fundo e cor do valor da moeda */ .item-cotacao .dados{ background: #000!important; color: #FFF!important; } /* fundo do rodape */ .rodape { background: #DDDDDD!important; } /* texto do rodape */ .rodape .copia-proibida { color: #000!important; } /* links do rodape */ .rodape .copia-proibida a { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de buscar na versao mobile */ #btn-busca-mobile { color: #000!important; }
O mandato do deputado estadual Wilson Santos (PSD) se destaca pelo número de leis, projetos e ações voltados à inclusão social e à assistência de pessoas com dificuldades no neurodesenvolvimento, especialmente aquelas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre as 16 leis sancionadas de sua autoria, a lei nº 11.349/2021 institui a aplicação do questionário M-CHAT (Modified Checklist for Autism in Toddlers) para o rastreamento de sinais precoces do autismo durante atendimentos nas unidades de saúde públicas e privadas de Mato Grosso.
“Desde 2019, buscamos trabalhar esse tema, que ainda é recente no campo social. Infelizmente, muitas famílias enfrentam dificuldades no momento do diagnóstico, especialmente quando ele é feito de forma tardia. Por isso, é fundamental que pais ou responsáveis, ao notarem determinados sinais, busquem auxílio para identificar o autismo precocemente. Essa nossa lei do M-CHAT tem como finalidade atender crianças de 16 a 30 meses de idade e conta com a recomendação do Ministério da Saúde”, explicou o deputado.
O M-CHAT é um questionário aplicado por profissionais da saúde com 23 perguntas que avaliam os comportamentos da criança e a frequência ou ausência de sinais de autismo. Entre as questões abordadas estão se há interesse por outras crianças, se gosta de subir em objetos, brincar de faz-de-conta, se mantém contato visual por um ou dois segundos, se é sensível a ruídos, se responde quando é chamado pelo nome, entre outras condutas. A partir das respostas, a avaliação indicará se o risco de TEA é baixo, médio ou elevado. Em caso de indicação positiva, a criança será encaminhada para um diagnóstico preciso e intervenção imediata.
Fonte: ALMT - MT