/* fundo do topo */ .cabecalho { background: #EEEEEE!important; } /* letra da previsao do tempo */ .cabecalho .previsao-tempo { color: #000!important; } /* letra do nome da moeda */ .item-cotacao .moeda{ color: #000!important; } /* fundo e cor do valor da moeda */ .item-cotacao .dados{ background: #000!important; color: #FFF!important; } /* fundo do rodape */ .rodape { background: #DDDDDD!important; } /* texto do rodape */ .rodape .copia-proibida { color: #000!important; } /* links do rodape */ .rodape .copia-proibida a { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de buscar na versao mobile */ #btn-busca-mobile { color: #000!important; }
O ano de 2024 começou com um marco histórico para o agronegócio de Mato Grosso: o esmagamento de soja atingiu um recorde em janeiro, com o processamento de 936.744 mil toneladas. O resultado representa um aumento de 10,74% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 2,41% em comparação com dezembro de 2023.
Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), isso se deu graças à antecipação da colheita do grão, a inauguração de novas indústrias no estado e a queda nos preços da soja.
Quanto à margem bruta de esmagamento, o indicador apresentou um aumento notável de 38,60% em relação a dezembro, estimado em R$ 521,67 por tonelada. Apesar da redução nos preços do farelo e do óleo de soja no último mês, o valor da soja em grão teve uma desvalorização mais expressiva em comparação com os subprodutos, resultando no crescimento da margem das esmagadoras.
O IMEA conclui destacando que, na primeira quinzena de fevereiro, os valores da soja em grão mantiveram uma tendência baixista, o que pode impactar na margem bruta e no ritmo de esmagamento no estado.
Com informações do Portal do Agronegócio
Fonte: Pensar Agro