/* fundo do topo */ .cabecalho { background: #EEEEEE!important; } /* letra da previsao do tempo */ .cabecalho .previsao-tempo { color: #000!important; } /* letra do nome da moeda */ .item-cotacao .moeda{ color: #000!important; } /* fundo e cor do valor da moeda */ .item-cotacao .dados{ background: #000!important; color: #FFF!important; } /* fundo do rodape */ .rodape { background: #DDDDDD!important; } /* texto do rodape */ .rodape .copia-proibida { color: #000!important; } /* links do rodape */ .rodape .copia-proibida a { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de abrir menu mobile */ .botao-menu-mobile { color: #000!important; } /* cor do botão de buscar na versao mobile */ #btn-busca-mobile { color: #000!important; } Diego defende liberdade e segurança jurídica a comerciantes em MT
28 de outubro de 2026
25°

algumas nuvens

Cuiabá

Dólar
R$ 5,35
Euro
R$ 5,97
Bitcoin
R$ 435747
Política / Política

Diego defende liberdade e segurança jurídica a comerciantes em MT

O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) afirmou na quarta-feira (8) à reportagem da TV Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que a Lei Complementar nº 827/2025, promulgada no dia 26 de setembro, pretende ...
Publicado em 16/10/2025 17:01:01
Diego defende liberdade e segurança jurídica a comerciantes em MT

O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) afirmou na quarta-feira (8) à reportagem da TV Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) que a Lei Complementar nº 827/2025, promulgada no dia 26 de setembro, pretende promover a segurança jurídica aos comerciantes. Ele avalia que o excesso de obrigações causa um “desestímulo” ao empreendedorismo.

A lei, fruto de um projeto apresentado pelo deputado, estabelece que obrigações onerosas só poderão ser impostas ao comércio mato-grossense após os propositores cumprirem exigências prévias. São elas: a realização de estudo socioeconômico sobre o impacto da medida, realização de audiência pública com setores afetados e comprovação sobre não haver alternativas menos onerosas que alcancem o mesmo objetivo.

Dessa maneira, imposições legais à iniciativa privada que determinem o fornecimento gratuito de bens ou serviços só poderão ser feitas após o cumprimento das etapas burocráticas.

“O que queremos é trazer segurança jurídica e garantia de que o empreendedor não será surpreendido com uma lei que o traz obrigações e que, quando não cumprida, causa multa e gera um desestimulo ao empreendedorismo no nosso Estado”, disse.

Diego acrescentou que a liberdade do empreendedor deve ser preservada e, por isso, interferências do Estado devem ser minimizadas.

“Vou dar um exemplo: obrigar o dono do restaurante a dar água ou colocar um playground para crianças. Na minha visão, isso é mera liberalidade do empreendedor dentro de sua liberdade de iniciativa. Se ele quiser ter um playground para criança, terá; se quiser dar agua, poderá; mas a obrigação da lei gera uma despesa e onera ele. Ter uma interferência do Estado sobre a iniciativa privada é ruim”, completou.

O superintende da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) em Cuiabá, Marcelo Carrijo, afirmou que os comerciantes não querem ser “pegos de surpresa” por novas imposições. Além disso, considerou que o estudo de mercado previsto pela Lei Complementar protegerá o comércio e a clientela de eventuais prejuízos.

“Quanto mais se cobra, alguém tem que pagar, e muitas vezes acaba afetando o consumidor final. [Com a Lei Complementar] não seremos pegos de surpresa, ou seja, a CDL e os nossos associados. O estudo de mercado ajudará o comércio a não ser pego de surpresa pelas leis”, concluiu.

Fonte: ALMT - MT

Comentários

Relacionadas

É proibida a reprodução total ou parcial de seu conteúdo sem a autorização por escrito do autor e / ou editor Expediente - Contato - Ao Vivo Quem Somos - Politica de privacidade
Copyright © - Todos os direitos reservados ao portal Violeiros do Araguaia