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Conforme a denúncia, Faustino Marques, de 54 anos, assassinou e sumiu com o corpo de Dionísia Gonçalves de Castro, que tinha 15 anos à época do crime. A adolescente desapareceu no dia 22 de abril de 1997, após pegar carona com o investigado.
De acordo com a investigação, a menor morava em Várzea Grande e teve um relacionamento breve com o investigado quando esteve a trabalho na cidade de Jangada. Em abril de 1997, quando o filho tinha um ano de idade, ela foi até Jangada com a criança a fim de coletar sangue para um exame de DNA, na investigação de paternidade em relação ao réu. No retorno para casa, Faustino ofereceu carona à adolescente e ela nunca mais foi vista com vida.
A criança foi encontrada, abandonada em uma estrada, quatro dias depois do desaparecimento da mãe, em uma área próxima ao Trevo do Lagarto, no município de Várzea Grande.
A investigação apontou que Faustino Marques, ex-policial militar, assassinou e desapareceu com o corpo de Dionísia e o conselho de sentença do tribunal do juri, por maioria de votos o condenou pelo homicídio praticado por motivo fútil, uma vez que o réu matou a vítima somente porque não queria assumir a paternidade da criança.
Em 2016, ele foi condenado a 18 anos de prisão pela Comarca de Rosário Oeste e recorreu da sentença no Tribunal de Justiça de Mato Grosso e no Superior Tribunal de Justiça. Ambas as instâncias negaram os recursos.
No mês de novembro do ano passado, o juízo da Comarca de Rosário Oeste expediu o mandado de prisão definitiva, cumprido nesta terça-feira.
Fonte: Policia Civil MT - MT