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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realiza, na próxima segunda-feira (26), em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), mais uma edição do projeto "Diálogos com a Inteligência Artificial - Da rotina das Promotorias às soluções possíveis", durante a reunião de polo promovida pela Procuradoria-Geral de Justiça. A iniciativa é desenvolvida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) - Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional de Defesa de Dados Pessoais e Inteligência Artificial (CAOIA).Voltada a membros, servidores e estagiários, a atividade ocorrerá no período matutino, às 10h, em formato de oficina prática, com demonstrações e exercícios aplicados às rotinas institucionais. A proposta é aproximar os participantes das principais ferramentas de inteligência artificial generativa disponíveis atualmente, evidenciando aplicações voltadas à atividade ministerial e incentivando a cultura de inovação.Com formato itinerante, o projeto acompanha as reuniões de polo realizadas em diferentes regiões do estado, oferecendo uma capacitação introdutória e prática sobre o uso responsável da inteligência artificial no contexto do Ministério Público. A expectativa é ampliar o conhecimento sobre as novas tecnologias e apresentar soluções que contribuam para a produtividade, a organização das informações e o aperfeiçoamento das rotinas de trabalho.A programação abordará conceitos fundamentais da inteligência artificial generativa, o funcionamento dos modelos de linguagem de grande escala (LLMs), suas potencialidades e limitações, além de técnicas para elaboração de comandos e prompts mais eficientes. Os participantes também conhecerão ferramentas como Microsoft 365 Copilot, Claude, Gemini e NotebookLM, explorando recursos voltados à pesquisa, análise documental e produção de conteúdos.Conforme o coordenador do Ceaf, promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, além dos aspectos tecnológicos, o projeto dará destaque ao uso ético, crítico e seguro da inteligência artificial. "A proposta é capacitar membros e servidores para utilizar essas ferramentas de forma estratégica e responsável, sempre observando critérios de segurança, proteção de dados e supervisão humana. A inteligência artificial pode contribuir significativamente para o aperfeiçoamento das rotinas de trabalho e para a eficiência institucional, desde que empregada de forma consciente e alinhada aos princípios que orientam a atuação ministerial", destacou.A formação também reforçará orientações sobre proteção de dados pessoais, sigilo funcional, confidencialidade das informações e a indispensável supervisão humana de todo conteúdo produzido com o auxílio dessas ferramentas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Fonte: Ministério Público MT - MT