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(Matéria de Jairo Pitolé)
A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), utilizou, nesta quarta-feira (29), a tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para questionar o uso eleitoral, de forma negativa, de pautas indígenas. Ela aproveitou o espaço para falar em nome de seus parentes mato-grossenses (em torno de 60 mil cidadãos indígenas, integrantes de 46 povos, dos quais dois em isolamento), que eles não representam, e nunca representaram, nenhum entrave, ou empecilho, ao desenvolvimento estadual. “Pelo contrário, nossos territórios, localizados em três biomas [Pantanal, Cerrado e Amazônia], promovem a biodiversidade e produzem riquezas”, disse.
Segundo ela, os indígenas mato-grossenses, a exemplo de outros estados, trabalham, votam e são cidadãos e, por isso, merecem respeito. Destacou ser importante que a sociedade dialogue com seu povo, “porque também fazemos parte desta terra. Mato Grosso também é nossa casa. Temos dado contribuições importantes”, destacou, acrescentando: “quero dizer aos nobres colegas e à sociedade, que a terra onde a gente pisa tem nome, tem gente e tem história. O nosso território é casa, é cultura, é alimento, sustento e aconchego”.
Olhando paras as galerias, que abrigavam manifestantes contra o despejo de mais de 650 famílias nos condomínios Villas de Minas e Villa das Lavras do Sutil I e II, no bairro do Porto, em Cuiabá, a deputada fez uma comparação. “Da mesma forma, que hoje vejo cidadãos aqui lutando por moradia, os nossos povos também lutam por casa e por terra. Este é um direito fundamental e queremos que ele seja respeitado. E que esta Casa também nos respeite”, afirmou, acrescentando: “As terras indígenas trazem benefícios para os municípios, porque também consumimos produtos e serviços, fazendo girar a economia estadual. Portanto, é preciso acabar com os estereótipos sobre os povos indígenas que aqui vem”, finalizou.
Fonte: ALMT - MT