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O encontro abordou aspectos relacionados ao gerenciamento das emoções, autoconhecimento, relações interpessoais e desenvolvimento de competências. A proposta é oferecer aos servidores ferramentas que contribuam para o trabalho cotidiano e para um atendimento mais humanizado à população que busca os serviços socioassistenciais.
A psicóloga da Escola de Governo, Dayzi Senn, explicou que o controle emocional não significa deixar de sentir ou esconder as emoções, mas desenvolver consciência sobre elas antes de agir. “Neste mês de agosto, nas rodas de conversa, foi trabalhado o controle emocional. O controle emocional não é suprimir as emoções, não é não sentir as emoções, até porque as emoções são biológicas e aparecem como resposta a algo. Então, não seria não sentir as emoções, mas sim uma regulação consciente”, explicou.
Segundo a psicóloga, compreender o que ocorre entre o surgimento de uma emoção e a reação diante dela permite uma resposta mais consciente. “É conseguir criar uma lacuna entre a emoção e o comportamento, porque, se eu consigo criar essa lacuna, em que eu consigo entender e compreender o que está acontecendo, eu não ajo de maneira automática, eu ajo de maneira consciente. Ou seja, eu tenho uma resposta consciente daquilo que estou fazendo”, afirmou.
Dayzi Senn também destacou a importância desse preparo para os profissionais que atuam diretamente com a população. “Essas rodas de conversa são de grande importância, visto que os trabalhadores dos CRAS trabalham diretamente atendendo a população e essas rodas funcionam como uma preparação emocional para que esses servidores consigam lidar com melhor qualidade com a população”, disse.
A atividade faz parte das ações da Escola de Governo para a qualificação contínua dos servidores públicos municipais. O trabalho busca fortalecer competências profissionais e contribuir para a qualidade dos serviços prestados pelas equipes da rede municipal de assistência social.
Fonte: Prefeitura de Sinop - MT